Se eu não morresse nunca e eternamente buscasse e conseguisse a perfeição das coisas. Não sei se seria feliz :)
Não me foi dada a oportunidade de encontrar a perfeição. E eu também desisti de lutar por ela.
Já tentei tantas vezes encontrar a perfeição de certas coisas que envolvem a minha vida e chego sempre ao mesmo ponto. Principalmente, quando lido com determinados tipos de pessoas, onde o comportamento humano deixa de ser perceptivel e onde cada interacção é uma descoberta diferente (e por vezes demasiado cansativa).
Esta luta já perdeu a graça. Apesar de saber que as coisas continuam na mesma, diferentes no tempo, mas no mesmo lugar onde as deixaste.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Loja de Porcelanas
O que fazia um elefante
na tua loja de porcelanas
sei que não me vais dizer
foi por ele que tu me trocaste
e eu nunca soube porquê
nem nunca virei a saber
às vezes a beleza dói
quando o olhar reflecte
o que o coração inventou
o que fazia um elefante
na tua loja de porcelanas
sei que não me vais dizer
entrou e saiu pela frente
deixou tudo em pantanas
e tu voltaste a sofrer
e quando o ideal cai
tudo aquilo que promete
nunca acontece
na tua loja de porcelanas
sei que não me vais dizer
foi por ele que tu me trocaste
e eu nunca soube porquê
nem nunca virei a saber
às vezes a beleza dói
quando o olhar reflecte
o que o coração inventou
o que fazia um elefante
na tua loja de porcelanas
sei que não me vais dizer
entrou e saiu pela frente
deixou tudo em pantanas
e tu voltaste a sofrer
e quando o ideal cai
tudo aquilo que promete
nunca acontece
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Incubus - Echo
There’s something about the look in your eyes
Something I noticed when the light was just right
It reminded me twice that I was alive
And it reminded me that you’re so worth the fight
My biggest fear will be the rescue of me
Strange how it turns out that way, yeah
Could you show me dear?
Something I’m not seeing
Something infinitely interesting
Could you show me dear?
Something I’m not seeing
Something infinitely interesting
There’s something about the way you move
I see your mouth in slow motion when you sing
Like suddenly something someone contrives
Your movements echo that I have seen the real thing
Your biggest fear will be the rescue of you
Strange how it turns out that way, yeah
Could you show me dear?
Something I’m not seeing
Something infinitely interesting
Could you show me dear?
Something I’m not seeing
Something infinitely interesting
Something I noticed when the light was just right
It reminded me twice that I was alive
And it reminded me that you’re so worth the fight
My biggest fear will be the rescue of me
Strange how it turns out that way, yeah
Could you show me dear?
Something I’m not seeing
Something infinitely interesting
Could you show me dear?
Something I’m not seeing
Something infinitely interesting
There’s something about the way you move
I see your mouth in slow motion when you sing
Like suddenly something someone contrives
Your movements echo that I have seen the real thing
Your biggest fear will be the rescue of you
Strange how it turns out that way, yeah
Could you show me dear?
Something I’m not seeing
Something infinitely interesting
Could you show me dear?
Something I’m not seeing
Something infinitely interesting
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Olhares
Andava a vaguear por caminhos passados, mas em mim tão presentes, que acabei por encontrar uma recordação tão rica de sentimentos e pensamentos.
Uma foto e um texto que complementa a sua essência. É impressionante, mas ainda oiço os meus pensamentos e consigo sentir a tranquilidade que tinha naquele momento.
Tudo se resume nisto:
“Reflectiu profundamente, como se se deixasse mergulhar até ao fundo dessa sensação, até ao local onde repousam as causas, pois conhecer as causas, assim lhe parecia, é realmente pensar, e somente assim as sensações se transformam em conhecimento e não se perdem, ganham vida e começam a irradiar aquilo que contêm.”
“No fundo de ti há uma serenidade e um refúgio a que tu recorres sempre e onde podes ser tu mesma, tal como eu posso. Poucas pessoas o têm e no entanto, todos o podiam ter.”
Siddhartha, Herman Hesse
Uma foto e um texto que complementa a sua essência. É impressionante, mas ainda oiço os meus pensamentos e consigo sentir a tranquilidade que tinha naquele momento.
Tudo se resume nisto:
“Reflectiu profundamente, como se se deixasse mergulhar até ao fundo dessa sensação, até ao local onde repousam as causas, pois conhecer as causas, assim lhe parecia, é realmente pensar, e somente assim as sensações se transformam em conhecimento e não se perdem, ganham vida e começam a irradiar aquilo que contêm.”
“No fundo de ti há uma serenidade e um refúgio a que tu recorres sempre e onde podes ser tu mesma, tal como eu posso. Poucas pessoas o têm e no entanto, todos o podiam ter.”
Siddhartha, Herman Hesse
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Palavras
Uma palavra quando lançada é como uma pedra. Não se sabe onde cai ou a quem pode magoar.
Por isso, às vezes, é mais facil permanecer no silêncio.
Por isso, às vezes, é mais facil permanecer no silêncio.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
O dinheiro compra a felicidade?
O dinheiro traz felicidade?
Conceitos: Felicidade é composta por uma parte material e imaterial, são necessárias as duas para sermos felizes.
O material traz escravidão e o imaterial traz o que?
... ... ...
Conceitos: Felicidade é composta por uma parte material e imaterial, são necessárias as duas para sermos felizes.
O material traz escravidão e o imaterial traz o que?
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