terça-feira, 18 de dezembro de 2007
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Vanessa da Mata: Good Luck
Não tem mais jeito
Acabou, boa sorte
Não tenho o que dizer
São só palavras
E o que eu sinto
Não mudará
Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas Desleais
That's it
There is no way
It's over, Good luck
I have nothing left to say
It's only words
And what l feel
Won't change
Everything you want to give me
It too much
It's heavy
There is no peace
All you want from me
Isn't real
Expectations
Tudo o que quer me dar
É demais
É pesado
Não há paz
Tudo o que quer de mim
Irreais
Expectativas
Desleais
Mesmo, se segure
Quero que se cure
Dessa pessoa
Que o aconselha
Há um desencontro
Veja por esse ponto
Há tantas pessoas especiais
Now even if you hold yourself
I want you to get cured
From this person
Who poisoned you
There is a disconnection
See through this point of view
There are so many special people in the world
so many special people in the world in the world
All you want
All you want
Tudo o que quer me dar /Everything you want to give me
É demais / It's too much
É pesado / It's heavy
Não há paz / There is no peace
Tudo o que quer de mim / All you want from me
Irreais/ isn't real
Expectativas / Expectations
Desleais
Now we're Falling into the night
Um bom encontro é de dois
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
One Republic (Apologize)
Got me ten feet off the ground,
And I'm hearing what you say,
But I just can't make a sound,
You tell me that you need me,
Then you go and cut me down, away,
You tell me that you're sorry,
Didn't think I'd turn around, and say
[Chorus]
That it's too late to apologize,
It's too late,
I said it's too late to apologize,
It's too late,
(Too late)
Ooooooohhh
I take another chance,
take a fall, take a shot for you,
i need you like a heart needs a beat,
But it's nothing new, yeahhh yeahhh
I loved you with the fire red,
Now it's turning blue, and you said
Sorry like the angel,
Heaven let me think was you,
But I'm afraid
[Chorus]
[Guitar Solo]
It's too late to apologize,
It's too late,
I said it's too late to apologize,
It's too late
I said it's too late to apologize,
(Too late)
I said it's too late to apologize,
(Too late)
I'm holding on your rope,
Got me ten feet off the ground
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
sábado, 27 de outubro de 2007
Loucos de Lisboa (Ala dos namorados)
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
segunda-feira, 8 de outubro de 2007
Construtor de diamantes

Para ti

segunda-feira, 1 de outubro de 2007
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
Pequeno T2

Dedico esta música a um casalinho que anda à procura de casa e a todos akeles k pensam em procurar, lol... eles sabem kem são :)
E isso fez-me pensar
Encontros & Desencontros
Hoje acordei muito bem disposta, apesar de pensar que são os ultimos dias de "férias" que me restam. Passei a manha a fazer as mesmas coisas que faço quando estou de férias. Aquele tipo de hábitos que uma pessoa tem e que poderiam ser definidos ou nomeados como hábitos de sedentarismo.
Depois de aproveitar um pouco do dia que tinha pela frente, o descanso é interrompido por um telefonema. Alguém do estágio se lembrava de mim, mas não pelas melhores razões. Havia coisas a tratar com os professores e responsaveis da secção que ainda não estavam tratadas. (Ao que eu xamo incompetência). Depois dakele telefonema tentei ligar para os responsaveis do atraso. E? NADA... Mando mail? E? NADA... enfim desencontros... fico ansiosa à espera de resposta e o tempo passa.
Depois de fazer tudo o k estava ao meu alcance, recebo um outro telefonema. Era um alguém que por motivos infantis se tinha zangado comigo. Com um tom muito tímido me pediu desculpa por tudo o k tinha acontecido e keria marcar um encontro.
Enfim... encontros e desencontros...
E continuo à espera... baah
terça-feira, 25 de setembro de 2007
Lume
Dos nós e laços que o mundo faz
Vai abraçando desenleado
De outros abraços que a vida dá
Vai-te encontrando na água e no lume
Na terra quente até perder
O medo, o medo levanta muros
E ergue bandeiras pra nos deter
Não percas tempo,
O tempo corre
Só quando dói é devagar
E dá-te ao vento
Como um veleiro
Solto no mais alto mar
Liberta o grito que trazes dentro
E a coragem e o amor
Mesmo que seja só um momento
Mesmo que traga alguma dor
Só isso faz brilhar o lume
Que hás-de levar até ao fim
E esse lume já ninguém pode
Nunca apagar dentro de ti
Não percas tempo
O tempo corre
Só quando dói é devagar
E dá-te ao vento
Como um veleiro
Solto no mais alto mar
sábado, 22 de setembro de 2007
Estados de espírito
sexta-feira, 21 de setembro de 2007
Um pouco de Céu
Há coisas que nunca mudam.
Já la vão três anos, em que três amigas muito queridas se juntam.
Juntam-se nas noites de verão para ouvirem aquelas canções que tanto gostam e que lhe trazem muitas recordações.
Depois de ouvir as várias músicas, há sempre aquela que nos preenche, sim que nos faz sentir alegres, que nos faz dar aquele sorriso, que nos faz gostar de viver.
Aqui fica uma das músicas da noite
De tentar erguer
Só hoje esperei
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Desabafos
Um eu presente que se encontra em conflito, porquê?
Estou com alguém que me Ama, que se esforça todos os dias para me ver sorrir, que se empenha para construir um futuro junto a mim, que sofre quando me vê sofrer... Tudo isto escrevo só para mostrar como ele é querido e fofo.
Então pergunto-me porque estou eu em conflito? Porque existe um conflito entre o eu presente e passado.
Este eu passado que vive dentro de mim tem várias mágoas e feridas que com o tempo foram sarando. Contudo, em qualquer ferida existem marcas, assim, este eu também ficou com marcas.
Depois, de muito sofrer, por interiorizar os problemas, por não aproveitar a vida, o eu passado decidiu mudar. Assim, construiu uma relação equilibrada com as causas da ferida e criou assim uma grande estabilidade dentro dele.
Chegou ao ponto de separar as emoções da racionalidade. Estou contente por tê-lo feito e conseguido.
Depois do eu passado ter resolvido os problemas consigo mesmo e construído boas relações, o eu presente começou a interferir e a pedir que se afasta-se do eu passado.
Para o eu presente o eu passado só traz problemas, levanta duvidas, traz esperanças (que não são concretizaveis, pk as mudanças foram tantas, que criar esperanças é tolice). Contudo, o eu presente para além de se querer libertar, traz com ele o eu futuro. Sim, um eu futuro que já pensa em algo mais sério.
Mas na realidade onde fico eu? Chego á conclusão que sou a fronteira entre o eu passado e o eu presente e que nem quer pensar no eu futuro.
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Tagarelice

O povo fala, o povo fala mesmo
Quando eu bato, quando eu brigo,me chamam de barraqueiro
Espelhos
Pensei numa conversa entre amigas. Era uma conversa entre amores e desamores.
No desenrolar da conversa, uma delas falava num rapaz, mais precisamente o que via nele e o que não via. Quando nos apercebemos já falávamos em "exigências". O que faz falta nele, o que eu gosto nele e o que eu não gosto nele.
No decorrer da conversa certas coisas foram ditas, e nas palavras da minha amiga eu via vivências minhas, como se fossem reflectidas por um espelho.
Depois das palavras ditas, ficaram certas lembranças e aprendi certas coisas.
Quando na nossa vida passa alguém que nos faz marca, claro que todas as pessoas nos marcam, mas existe sempre aquela pessoa, que marca e marca mesmo. Dificilmente, conseguimos olhar para futuros "candidatos" sem olhar para trás.
Vemos as diferenças, e tentamos perceber o que nos atrai na pessoa.
Depois falamos do presente, de quem agora chega com um sorriso para nos dar, e nos estica a mão para partilhar a sua vida connosco. Por instantes, esticamos a nossa mão como se quizessemos partir para uma nova aventura.
Mas depois, certos pensamentos nos invadem: ele podia ser assim, ele é querido, uma pessoa cinco estrelas, mas falta algo.
Será que falta algo?
Não podemos mudar as pessoas, elas são o que são. Mas a nós é que nos falta algo.
Gostavamos de sentir o que já sentimos um dia.
Mas existem sempre saídas: podemos abrir a porta da nossa vida e deixar entrar quem nos quer bem, sem exigências... Vivendo um dia de cada vez.
Ou lutamos por um "passado"/alguém que ainda não ficou totalmente esquecido.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Momentos
Sim uma canção. Aquela canção que me abraça em todos os momentos.
É uma canção que tanto pode ser pa amantes, como para amados, dá para amigos, mas não para conhecidos.
Dá para todas aquelas pessoas que passam na minha vida, quer nos bons e nos maus momentos.
Aqui vai...
Encosta-te a mim (Jorge Palma)
Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar.
Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviverem nome da terra, no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.
Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.
Eu venho do nada porque arrasei o que não quisem nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.
Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigoo que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim